2001

Suicídio

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Enganei meu eu E combati meu lado, Ao dizer o errado Destrui o que me ergueu. Disse Ana que te amo como odeio a guerra. Eu digo o mesmo: Te odeio Como amo a guerra. Não parece iguais Mas são a arma e a cura. Pobres e lindas e mortais As que estão na amargura. o preto e o branco, as palavras Que se confundem, aí os cinzas. Mistura das palavras que já sei. É o medo da vida que criei. * Poesias dedicada a minha prima Renata Magalhães
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